Segunda-feira, Maio 21, 2012

Crítica do Profº Rocha de Sousa ( JL ) s/ exposição "Diálogo Matérico" - Pilar Abril e Conceição Silveira

TÓ MARTINS / Designer



O designer português Tó Martins concebeu o projeto REWASHLAMP que explora um novo conceito de iluminação que defende a reutilização dos materiais aliada a uma produção em pequena escala, 100% manual. Desta forma há uma completa execução de todos os processos, desde a criação até à expedição. Assim, surgem peças concebidas deforma a ajustar as preferências dos seus utilizadores, consoante o espaço disponível porque estas peças possuem uma altura ajustável, e também com o gosto pessoal de cada um. Para conhecer mais de perto esta coleção de TóMartins pode visitar a Galeria PROVA DE ARTISTA..




Na peça REWASHLAMP a forma já nasceu com os objetos porque a base destes candeeiros são os tambores de máquinas de lavar roupa recolhidos em equipamentos em fim devida, e decorados com os mais diversos materiais, descontextualizando-os da sua habitual utilização ou função, e dando-lhes assim um novo papel. Estes tambores em final de vida depois de devidamente recolhidos e tratados são lacados e revestidos a penas, relva sintética, fitas métricas, bolas de pingue-pongue, cortiça ou esfregões de aço, entre outros. A este elemento é associado um tripé fotográfico, ajustável em diâmetro e altura. Todos os tecidos com pelo são sintéticos e as peças contém, como é de esperar, lâmpadas economizadoras. Existem já vários modelos, todos com caraterísticas diferentes: piedecoq, redstars, camouflage, metropolis, pingballs, steelroses, netorange, purplemisc, corkupine, blackswan, greengrass e royality.


Terça-feira, Abril 24, 2012

DIÁLOGO MATÉRICO - PILAR ABRIL E CONCEIÇÃO SILVEIRA


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Neste DIÁLOGO MATÉRICO, encontram-se criações abstractas em silenciosa quietude, onde a matéria adquire o seu próprio pulso vital.
São texturas de enorme riqueza, incrementadas pela variedade de tintas e pigmentos. As Artistas fazem da Obra um exercício de acção e reacção, através do qual, a forma, a cor e a textura, configuram o verdadeiro espelho do seu expressionismo.


Mª Pilar García Abril, nasceu em Madrid.
Licenciatura en Bellas Artes en F.U. de BB.AA., San Carlos, Valencia.
Doctorado en Bellas Artes en La F.U. de BB.AA Santa Isabel de Hungría, Sevilla.
Prof. Titular da Universidad desde 1989.
Facultad Bellas Artes, Sta Isabel de Hungría, Sevilla.

Conceição Silveira, nasceu em Silves em 1941.
Licenciatura em Belas Artes, de Lisboa.
ESTGAD de Caldas da Rainha – Professora do Curso de Artes Plásticas das Cadeiras de Tecnologias de Pintura e Artes Plásticas.
Universidade Lusíada – Pós Graduação em História de Arte, Restauro e Património.

Sexta-feira, Março 30, 2012

DIÁLOGO MATÉRICO - PILAR ABRIL e CONCEIÇÃO SILVEIRA

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Neste DIÁLOGO MATÉRICO, encontram-se criações abstractas em silenciosa quietude, onde a matéria adquire o seu próprio pulso vital.
São texturas de enorme riqueza, incrementadas pela variedade de tintas e pigmentos. As Artistas fazem da Obra um exercício de acção e reacção, através do qual, a forma, a cor e a textura, configuram o verdadeiro espelho do seu expressionismo.




Mª Pilar García Abril, nasceu em Madrid.
Licenciatura en Bellas Artes en F.U. de BB.AA., San Carlos, Valencia.
Doctorado en Bellas Artes en La F.U. de BB.AA Santa Isabel de Hungría, Sevilla.
Prof. Titular da Universidad desde 1989.
Facultad Bellas Artes, Sta Isabel de Hungría, Sevilla.


Conceição Silveira, nasceu em Silves em 1941.
Licenciatura em Belas Artes, de Lisboa.
ESTGAD de Caldas da Rainha – Professora do Curso de Artes Plásticas das Cadeiras de Tecnologias de Pintura e Artes Plásticas.
Universidade Lusíada – Pós Graduação em História de Arte, Restauro e Património.



Sábado, Fevereiro 18, 2012

Poema de Pablo Neruda "Tédio"

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TÉDIO



Ir levando no caminho os amores perdidos
e os sonhos idos
e os fatais sinais do olvido.


Ir seguindo na dúvida das horas apagadas,
pensando que todas as coisas se tornaram amargas
para alongarmos mais a via dolorosa.


E sempre, sempre, sempre recordar a fragrância
das horas que passam sem dúvidas e sem ânsias
e que deixamos longe na estéril errância.


Pablo Neruda
em Cadernos de Temuco
Tradução de Albano Martins
Fotografia de Ana Abreu

Quinta-feira, Fevereiro 16, 2012

GRÁFICA CONTEMPORÂNEA ESAPANHOLA - CASTELO BRANCO

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Exposição de Arte Contemporânea Espanhola, composta por 34 Obras de Gráfica Original, nas diferentes técnicas de Serigrafia, Litografia, Gravura e Xilogravura.

Estão representados nesta exposição 26 autores, entre eles, Antoni Tàpies, M. Valdés, Amadeo Gabino, Eusebio Sempere, G. Rueda, G. Toner, Francisco Farreras, entre outros.

Damos a conhecer, através desta exposição o esplendor da Obra Gráfica Original na primeira metade do séc XX e o seu carácter inovador, graças às novas tecnologias.

A verdadeira beleza e importância da Obra Gráfica/Gravura, como forma de expressão artística, uma alquimia de técnicas e suportes – a matriz com uma imagem latente - conduz-nos a uma outra visibilidade, surpreendente, através da passagem/impressão para outro suporte.

Apesar destas transformações no modo de fazer e de ver, mantém-se sem alteração a sua condição de produto cultural, mas as exigências concentram-se na sua capacidade criadora. É cada vez mais uma questão de identidade na relação com o processo de trabalho e o objecto artístico.
É com este espírito aberto e actual que hoje podemos olhar e ver, diferentes modos de sentir, e de criar “Gravura/Obra Gráfica”.

BRANCO E NEGRO, sujeito, espaço e perceção ( montagem/exposição )

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A Exposição BRANCO E NEGRO: sujeito, espaço e perceção é uma aproximação à Obra de diversos artistas portugueses e espanhóis, a criação plástica desde a obra aproximadamente monocromática em branco e em negro, até à construção de um espaço que se articula à volta de dualidades opostas e complementares.
Realizar uma exposição sobre a cor é reflectir sobre um dos temas centrais da criação contemporânea.
Devido aos elevados valores simbólicos, reclamados pela herança cultural e as fortes propriedades perceptivas que derivam deles, identificaram-se com o positivo e o negativo, a luz e a obscuridade, a apreensão visual e a negação do espaço.
Estas oposições, que na arte se podem materializar mediante a cor e os seus sistemas percetivos, conduzem-nos à natureza do dualismo, pela representação dos sistemas de pensamento e pela realidade na sua dimensão empírica, espiritual e subjectiva.

Esta exposição é composta por 23 Obras de nove artistas distintos, nas técnicas de: pintura, gravura, desenho e fotografia.

Terça-feira, Fevereiro 07, 2012

Pintor Antoni Tàpies morre aos 88 anos - Jornal Público

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O pintor e escultor catalão Antoni Tàpies, considerado um dos maiores representantes europeus da arte abstracta do pós-guerra, morreu nesta segunda-feira, aos 88 anos, em Barcelona.


Numa entrevista que deu ao El País, em 2004, já com problemas de cegueira e de audição, dizia que “o corpo humano se adapta a tudo” e que envelhecer lhe tinha dado uma certa tranquilidade. Sentia que se encontrava “um pouco mais livre do que quando era jovem”. Acreditava que a pintura só valia a pena se fosse útil à sociedade, “porque senão não valia a pena fazê-la”.

Nasceu em Barcelona, em 1923, numa família burguesa e o seu pai queria que ele fosse advogado. Ainda estudou direito, mas abandonou o curso para se dedicar à arte em que era autodidacta.

Alugou o seu primeiro atelier, em 1946, na cidade de Barcelona. Começou a estudar a arte moderna através de livros e revistas catalães do início dos anos 30. Quando tinha 18 anos, por causa de uma lesão pulmonar, teve de passar dois anos na cama e dedicou-se a copiar obras de pintores que admirava, como Van Gogh e Picasso. Foi graças ao seu médico da altura, que, anos mais tarde, conheceu em Paris, o pintor de Guernica.

Conseguiu uma bolsa para estudar nesta cidade e é lá que, em 1956, realiza a primeira exposição individual. O coleccionador de arte e galerista Joan Prats iniciou-o na literatura surrealista de André Breton (Tàpias funda, em 1948, o grupo Dau al Set, que abandona em 1951) e apresentou-lhe o pintor Miró, que foi seu amigo até morrer.

Em 1960, Tàpies participou numa mostra da nova pintura e escultura espanhola no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e esteve representado na exposição “Before Picasso, After Miró”, do Museu Guggenheim da mesma cidade.

Como artista integrava-se na tradição cultural da Catalunha, com uma dimensão política simultaneamente autonómica e contra o franquismo (foi preso em 1966). “Tem uma forte influência da liberdade poética do surrealismo, mas há nele, uma orientação muito original para outras sensibilidades, nomeadamente as orientais ligadas ao budismo”, diz o historiador de arte João Pinharanda. “Na sua pintura, o gesto liberta-se quer da forma naturalista, quer da escrita verbal. Cada conjunto de gestos transforma-se num signo. Às vezes, imprime a sua mão na tela como se estivesse a repetir um gesto primordial.”

Em 1954, a sua obra passou a ser mais expressiva e deu origem àquilo que se designa por pintura matérica. “Ao mesmo tempo que o gesto se autonomiza, a matéria com que pinta toma conta da superfície pintada. Ganha volume, quase que se transforma em matéria escultórica. Isso também coincide com a utilização que faz de matérias que são estranhas à pintura tradicional”, lembra João Pinharanda. Antoni Tàpies utilizava nos seus quadros: cimentos, areias, látex, pó de mármore, etc. E incorpora na sua pintura, materiais de lixo urbano. “Como se estivesse a recuperar do lixo coisas que voltava a erguer como grande Arte. É uma arte feita com materiais pobres. Tàpies enquadra-se nessa poderosíssima genealogia da grande pintura espanhola. Tem toda a tradição atrás dele”, conclui Pinharanda.

Em 1990 recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias e abriu as portas da sua Fundação, em Barcelona, onde expunha a sua obra. Esteve representado na Bienal de Veneza e na Tate Gallery em Londres. A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e a Fundação de Serralves, no Porto, fizeram retrospectivas da sua obra e, em 2010, houve exposições suas em Évora e na Régua.

Notícia actualizada às 22h37

Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012

Castelo Branco - Gráfica Contemporânea Espanhola

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Artistas representados nesta mostra:


• Eduardo
Arroyo
• Juan Navarro
Baldeweg
• José Manuel
Ballester
• Darío Alvarez
Basso
• José Manuel
Broto
• Rafael
Canogar
• Joaquín
Capa
• Pedro
Castrortega
• Jose Manuel
Círia

• Francisco
Farreras
• Amadeo
Gabino
• Concha
Garcia
• Luis
Gordillo
• Josep
Guinovart
• Antón
Lamazares
• Antonio
Lorenzo
Monir
• Pablo
Palazuelo
• J. M.
Pérez de Vargas
• Gerardo
Rueda
• Maria LuÍsa
Sanz
• Eusebio
Sempere
• Soledad
Sevilla
• Antoni
Tàpies
• Gustavo
Torner
• Manollo
Valdés